13/9/2017

Solange Sólon Borges 

O Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, celebrado internacionalmente em 16 de setembro, marca os 30 anos do Protocolo de Montreal, que controla a produção e o consumo das Substâncias Destruidoras do Ozônio (SDOs), como os clorofluorcarbonos (CFCs). O acordo conta com a adesão de 197 países, incluindo o Brasil, signatário desde 1990, e que em 2010 zerou o consumo dos CFCs.

A camada de ozônio é responsável por preservar o planeta contra radiações ultravioletas que podem provocar câncer de pele e danos à fauna e à flora

Hoje há um esforço mundial para controlar os HCFCs (com menor potencial destruidor da camada de ozônio, mas presente em equipamentos de refrigeração, ar condicionado e espumas).

O Brasil já cortou 16,6% do consumo dos HCFCs por meio do Programa Brasileiro de Eliminação da substância, o PBH, com foco na sua substituição e alternativas ambientalmente adequadas. A previsão é que composto será totalmente banido até 2040 do País.

A meta para os países em desenvolvimento é reduzir 35% do consumo em 2020. Hoje, três anos antes, o Brasil já cortou 34%. “Podemos dizer que estamos muito perto, antecipando-nos ao atingimento dessa meta”, explicou o secretário de Mudança do Clima e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Everton Lucero, segundo informações do MMA.



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