3/10/2016

Solange Sólon Borges 

O Plano ABC paulista (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) foi lançado pelo Governo do Estado de São Paulo no dia 29 de agosto e estabeleceu as seguintes prioridades:

  1. – Recuperação de pastagens degradadas;
  2. – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e os Sistemas Agroflorestais (SAFs);
  3. – Plantio direto;
  4. – Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN);
  5. – Florestas plantadas;
  6. – Tratamento de dejetos animais; e
  7. – Adaptação às mudanças climáticas.

As ações, em consonância com o Plano ABC nacional, são auxiliares no cumprimento das metas de redução de carbono estabelecidas pela COP-21, a conferência do clima, realizada em Paris, no final de 2015.

A fase estadual, de acordo com informações da secretaria de Meio Ambiente,  prevê o aumento de Sistemas de Plantio Direto e de Cultivo Reduzido em 1 milhão de hectares, estimando uma redução de 2,25 milhões de toneladas de CO2 equivalente; aumento de áreas com FBN em 800 mil hectares, estimando uma redução de 1,45 milhões de toneladas de CO2 equivalente; incremento na área de florestas plantadas da ordem de 50 mil hectares por ano, totalizando até 2020, 200 mil hectares; aumentar áreas com ILPF em 200 mil hectares, estimando uma redução de 1 milhão de toneladas de CO2 equivalente; e recuperar 6,1 milhões de hectares de pastagens degradadas ou em início de degradação.

Componentes – O Grupo Gestor Estadual do Plano Setorial da Agricultura (GGE) é composto pelo secretário estadual Arnaldo Jardim, do Meio Ambiente, e membros da Assessoria Técnica do Gabinete, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), órgãos ligados à Pasta. Igualmente integram o Grupo representantes do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), das Secretarias paulistas do Meio Ambiente, Saneamento e Recursos Hídricos, Energia e Mineração, Justiça e da Defesa da Cidadania, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação; Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp); Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp); Universidade Paulista “Julio de Mesquita Filho” (Unesp); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq); Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Estado de São Paulo (Fetaesp); Observatório ABC da Fundação Getúlio Vargas (FGV); do Banco do Brasil; da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo(Fiesp); e da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).



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