23/11/2017

Solange Sólon Borges

Os Estados Unidos participaram da COP-23, cuja delegação foi chefiada pelo subsecretário de Assuntos Políticos, o embaixador Thomas A. Shannon, durante as negociações de alto nível.

A posição dos EUA permanece inalterada: pretendem retirar-se do Acordo de Paris a não ser que se obtenham negociações mais vantajosas e favoráveis que beneficiem e protejam os interesses dos Estados Unidos.

Em junho deste ano, o presidente Donald Trump havia anunciado que o país deixaria o Acordo de Paris firmado em 2015. Mas, de acordo com o Artigo 28 do Acordo, qualquer signatário pode encerrar a sua participação em até quatro anos após a ratificação, o que seria 4 de novembro de 2020, no caso dos EUA, coincidentemente um dia após a eleição presidencial daquele ano.

Até a oficialização da medida, os Estados Unidos são obrigados a divulgar e reportar sua emissão de gases de efeito estufa (GEE) às Nações Unidas.

Apesar do anúncio da Casa Branca, foi criada a Aliança Climática dos Estados Unidos (USCA) pelos governadores da Califórnia, Nova York e Washington, que também angariou apoio de outros governadores e prefeitos no país a fim de manter os esforços nacionais para a redução de poluentes e controle do clima.

 



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