6/11/2017

Em documento entregue à delegação brasileira que integra as negociações iniciadas em Bonn, na COP23, a FIESP divulga seu posicionamento para a COP23.

A FIESP reforça a importância dos termos e compromissos assumidos pelas Nações signatárias no Acordo de Paris como instrumento para conter o aumento da temperatura global, que configuram complexos desafios em uma transição irreversível para a economia global de baixo carbono.

Apesar da forte recessão, a indústria brasileira vem trabalhando na modernização de seus produtos e processos de forma a tornar-se mais eficiente em emissões de Gases de Efeito Estufa – GEE e ao mesmo tempo continuar sendo um dos impulsionadores da economia nacional.

Neste contexto, entendemos que a NDC Brasileira e a elaboração de estratégia nacional de implementação e financiamento serão cruciais para levar o país a adotar práticas, que devem considerar a realidade brasileira e as especificidades de cada setor econômico, para minimizar os impactos e riscos inerentes à sua competitividade, sem prejuízo ao crescimento econômico e avanços sociais conquistados até o momento.

Considerando o exposto, e entendendo que este tema possivelmente será debatido e apresentado pelo Governo Brasileiro na Conferência das Partes – COP23, que ocorrerá em Bonn/Alemanha, dos dias 6 ao 17 de novembro de 2017, a Fiesp externa seu posicionamento a respeito dos elementos principais que devem nortear a referida estratégia de implementação e financiamento da NDC.

A FIESP integrará a delegação brasileira que participará da COP23, colocando-se a dispor do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDCI), Ministério das Relações Exteriores (MRE), e Ministério do Meio Ambiente (MMA) para explicar e debater suas posições expostas.

Acesse o documento de posicionamento anexo.

 

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