30/3/2017

Solange Sólon Borges

Em Brasília, prosseguem os diálogos estruturados que contam com a participação social dos atores que debatem a mudança climática. A ação  integra diversos setores, do industrial ao agropecuário, a fim de definir estratégias nacionais para o corte de emissões com vistas ao cumprimento da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil ao Acordo de Paris.

Interessados devem enviar suas sugestões até 30 de junho para a construção do documento que deve estar consolidado até outubro para a elaboração da Estratégia Nacional de Implementação e Financiamento para a NDC.

Medidas voltadas para o setor de uso da terra foram apontadas como avanços para o país. Sob a liderança do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), a primeira rodada reuniu a Câmara Temática de florestas, biodiversidade, agricultura e pecuária. Esses são os setores com bons resultados obtidos no combate ao aquecimento global e onde foi possível reduzir emissões com maior intensidade.

Os diálogos estruturados incluirão, ainda, em sua agenda, reuniões das câmaras temáticas de geração de energia, mobilidade e transportes, indústria e cidades e resíduos ao longo de todo o ano. Também serão abordadas questões ligadas a finanças, defesa nacional e tecnologia e inovação, além de espaço para os moradores da região amazônica.

Como auxiliar desse processo de discussão, apresentou-se um documento-base, que não reflete o posicionamento do Ministério do Meio Ambiente, mas que surgiu no contexto de um projeto de consultoria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para subsidiar a elaboração de estratégia de implementação. É possível acessar seu Sumário Executivo e a versão integral do Documento-base.

Aqueles que desejarem enviar comentários podem fazê-lo por meio do formulário disponível, enviando-o preenchido para o endereço eletrônico ndcdobrasil@mma.gov.br



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