1º/12/2015

 

Solange Sólon Borges

 

Em clima de COP21, os dados oficiais do desmatamento da Amazônia do Sistema Prodes, medidos entre agosto de 2014 e julho de 2015 pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), não trouxeram bons resultados. Houve aumento de 16% no desmatamento em comparação com período anterior. Um crescimento de 5.012 km² para 5.831 km² e os Estados do Amazonas (54%), Rondônia (41%) e Mato Grosso (40%) foram os maiores responsáveis por esse resultado. O Pará é o que mais desmata em números absolutos.

Apesar do acréscimo, as taxas de desmatamento da Amazônia se mantiveram dentro da barreira dos 5 mil km2. Foi a terceira menor taxa de desmatamento da série histórica. Os Estados foram notificados a fim de explicar o que ocorreu e a apresentar, em 60 dias, os dados do desmatamento autorizado. Para a ministra Izabella Teixeira, há ilegalidades acontecendo em dadas regiões e sua pasta estudará a possibilidade de criação de novas unidades de conservação a fim de conter as derrubadas.



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