2012 – Realização da 18a Conferência sobre Mudança do Clima da Organização das Nações Unidas (COP18), em Doha, no Catar. A cúpula decidiu pela adoção do segundo período do Protocolo de Quioto pelos países desenvolvidos que participaram do primeiro acordo, para o período que vai de 2013 a 2020, e o fim da negociação sobre Compromissos de Longo Prazo, dando a entender que os países devem partir para uma ação no curto prazo.

Ainda em 2012, a Fiesp enviou comitiva de técnicos do Comitê de Mudança do Clima para acompanhar a 18a Conferência da ONU sobre o tema, que foi realizada na cidade de Doha, no Catar. Esta conferência da ONU teve importante papel na medida em que manteve acesa a chama da discussão e os compromissos com o clima do planeta.

Realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), no Rio de Janeiro, que debateu a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.

O ano de 2012 começou com grandes expectativas para a área ambiental da Fiesp. Passados 20 anos da primeira reunião de chefes de Estado no Rio de Janeiro (a Rio92), o governo brasileiro e a ONU decidiram promover a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, chamada de Rio+20.  O objetivo da conferência foi a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A Rio+20 teve dois temas principais: a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. A Fiesp e a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) se juntaram à Fundação Roberto Marinho e à Prefeitura do Rio para empreender uma iniciativa que foi o principal destaque dos eventos paralelos à conferência, o Humanidade2012.

Projeto concebido pela cenógrafa Bia Lessa e pela arquiteta Carla Juaçaba, o pavilhão montado sob o Forte de Copacabana foi a grande atração e por lá passaram mais de 200 mil pessoas durante onze dias de evento. O Humanidade recebeu debates sobre gestão compartilhada de praias, governança das águas, mudança do clima, produção e consumo sustentável, equidade de gênero.

A entidade divulgou um posicionamento, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), chamado de “A Desigualdade é Insustentável”. Elas declararam seu engajamento com a agenda de sustentabilidade e apresentaram suas posições sobre temas relacionados, como: desigualdade social, energia, mudança do clima, segurança alimentar, pobreza, florestas e biodiversidade, resíduos sólidos, desenvolvimento e igualdade de oportunidades, tecnologia, inovação, comércio, trabalho e educação.

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