Realização da 17a Conferência sobre Mudança do Clima da Organização das Nações Unidas (COP17), em Durban, na África do Sul. A reunião obteve avanços com a definição de um conjunto de acordos, como a renovação do Protocolo de Quioto, o funcionamento do Fundo Verde para o Clima e o desenho de um novo pacto global de redução de emissões de carbono para todos os países (inclui desenvolvidos e em desenvolvimento) para entrar em vigor a partir de 2020 e negociado até 2015. Este pacote de decisões foi denominado “Plataforma de Durban para Ação Aumentada” – ADP (Durban Platform for Enhanced Action) construído a partir de insistentes esforços da diplomacia brasileira.

Em 2011, estimulada pela discussão internacional sobre os fundos de financiamento para Mudança do Clima, a Fiesp debateu os planos setoriais de redução de emissões de GEE no Brasil e os recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima. Na época, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) anunciou uma reserva do governo da ordem de R$ 3 bilhões para financiar projetos de mitigação e redução de emissões de gases até 2020. A Fiesp também realizou evento no qual discutiu a Economia Verde.

No final do mesmo ano, a entidade lançou, com a ABNT, a norma técnica para regular o mercado voluntário doméstico de carbono, na qual especifica princípios, requisitos e orientações para comercialização de Reduções Verificadas de Emissões no País.

A entidade também enviou uma comitiva de técnicos para acompanhar a COP17.



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